Arquivos
Clique aqui e veja outros posts


Conhecidos

Laurinha
Alline
Natália
Tayanne
Suzanni

Links

Blog da Lua
Bol
Humortadela
Google
You Tube

Mensagem do Mês


"Na vida,nunca uma porta é fechada sem que janelas se abram"

Foto do Mês



Créditos


Essa página é hospedada no Blogger.A sua não é?

//Perfil

.Nome : Suellen Pereira Carvalho
.Idade: 19 anos
.E o resto...É resto

[Quinta-feira, Janeiro 03, 2008]

gtg



por Suellen * 1:23 PM
Vestígios de Almas:


[Quarta-feira, Outubro 03, 2007]

Sometimes you can be everthing...



por Suellen * 11:00 PM
Vestígios de Almas:


[Sábado, Setembro 22, 2007]

Irritar-se, não está com nada!!!



HAKUNA MATATA!!!!!!
HAKUNA MATAAAAAAAAAATA!!!!



por Suellen * 1:33 AM
Vestígios de Almas:


[Sexta-feira, Setembro 21, 2007]

Estava procurando um rumo para mim, quando me deparei com um texto fabuloso...
Quando ler: autoria de RUBEM ALVES...Pare, porque a partir de hoje sabe que vale a pena.
Isto me lembra em como eu sonhava em sair da trilha, mas como o medo da onça me impedia tal proeza, preferia a receita pronta. Se eu tivesse uma escola, os alunos iriam aprender outras trilhas, ou mesmo correr pelos matos. Assim sairiam da escola não apenas aprendendo fórmulas e pegadinhas de vestibulares, mas sim aprendendo a viver em sociedade.



BOCA DE FORNO
Rubem Alves



“ – Boca de forno!

- Forno!

- Furtaram um bolo!

- Bolo!

- Farão tudo o que seu mestre mandar?

- Faremos todos, faremos todos, faremos todos...”

A gente brincava assim, quando era criança. O mestre cantava o refrão, e os outros respondiam, repetindo a última palavra, como se fosse eco. Sempre perguntei sobre o sentido destas palavras e, por mais que me esforçasse, nunca encontrei sentido algum. É puro non sense, e imagino que este brinquedo bem que poderia figurar entre os absurdos por que Lewis Carroll fez a pobre Alice passar nas suas aventuras pelo País das Maravilhas e no País dos Espelhos.

Mas todo absurdo é apenas o avesso de uma coisa que parece lógica e racional, como o lado de trás de uma tapeçaria, escondido contra a parede. O absurdo é o avesso do mundo. Aí fiquei a me perguntar: “Este absurdo é o avesso de quê?”

Veio-me, então, uma iluminação repentina: não deve ter sido por acidente que o inventor desta brincadeira, quem quer que tenha sido, deu o nome de mestre ao líder que canta o refrão, pedindo a resposta–eco–repetição das crianças. Ele deve ter sido arguto observador das escolas, daquilo que via acontecendo entre os professores e alunos. Mas sem coragem para dizer às claras aquilo que estava vendo, por medo de punição (o seu filho devia ser aluno de uma das tais escolas), inventou este brinquedo, como uma parábola. O que é precisamente, o caso das loucas histórias de Lewis Carroll. Professor da Universidade de Oxford, via os absolutos que ali aconteciam. Mas se os dissesse em linguagem clara, certamente ganharia o ódio dos colegas e a ira das autoridades e acabaria por perder o emprego. Por isto, ele os disse de forma matreira, dissimulada: brincadeira de criança... No mundo das crianças, todos os absurdos são permitidos.

Acho que esta brincadeira é uma repetição do que acontece nas escolas. As crianças são ensinadas. Aprendem bem. Tão bem que se tornam incapazes de pensar coisas diferentes. Tornam-se ecos das receitas ensinadas e aprendidas. Tornam-se incapazes de dizer o diferente. Se existe uma forma certa de pensar as coisas e de fazer as coisas, por que se dar o trabalho de se meter por caminhos não-explorados? Basta repetir aquilo que a tradição sedimentou e que a escola ensinou. O saber sedimentado nos poupa dos riscos da aventura de pensar.

Não, não sou contrário a que se ensinem receitas já testadas. Se existe um jeito fácil e rápido de amarrar os cordões dos sapatos, não vejo razão para submeter os alunos às dores de inventar um jeito diferente. Se existe um jeito já testado e gostado de fazer moqueca, não vejo razões por que este cozinheiro se sinta na obrigação de estar sempre inventando receitas novas. O saber já testado tem uma função econômica: a de poupar trabalho, a de evitar erros, a de tornar desnecessário o pensamento. Assim, aprende-se para não precisar pensar. Sabendo-se a receita, basta aplicá-la quando surge a ocasião.

Senti isto muitas vezes, tentando pensar com minha filha problemas de matemática. É preciso confessar que isto já faz muito tempo, pois o que me restou de matemática já não me permite nem mesmo entender os símbolos que ela maneja. Claro que minha maneira de pensar era diferente da maneira de pensar de hoje. No meu ainda se cantava a tabuada... Mas o que me impressionava era a sua recusa de, pelo menos, considerar a possibilidade de que um mesmo problema pudesse ser resolvido por caminhos diferentes. Ela havia aprendido que há uma maneira certa de fazer as coisas, e que caminhos diferentes só podem estar errados. A conversa era sempre encerrada com a afirmação:

“Não é assim que a professora ensina...”

É como nos catecismos religiosos: o mestre diz qual é a pergunta e qual é a resposta certa. O aluno é aprovado quando repete a resposta que o professor ensinou.

A letra mudou. Mas a música continua a mesma.

Pois não é isto que são os vestibulares? Ao final existe o gabarito: o conjunto das respostas certas. Claro que há respostas certas e erradas. O equívoco está em se ensinar ao aluno que é disto que a ciência, o saber, a vida, são feitos. E, com isto, ao aprender as respostas certas os alunos desaprendem a arte de se aventurar e de errar, sem saber que, para uma resposta certa, milhares de tentativas erradas devem ser feitas. Espero que haja um dia em que os alunos sejam avaliados também pela ousadia dos seus vôos! Teses que serão aprovadas a despeito de seu final insólito: “Assim, ao final de todas estas pesquisas, concluímos que todas as nossas hipóteses estavam erradas.” Pois isto também é conhecimento.

Escondidos em meio à vegetação da floresta, observávamos a anta que bebia à beira da lagoa. Suas costas estavam feridas, fundos cortes onde o sangue ainda se via. O guia explicou: “A anta é um animal apetitoso, presa fácil das onças. E sem defesas. Contra a onça ela só dispõe de uma arma, estabelece uma trilha pela floresta, e dela não se afasta. Este caminho passa por baixo de um galho de árvore, rente às suas costas. Quando a onça ataca e crava dentes e garras no seu lombo, ela sai em desabalada corrida por sua trilha. Seu corpo passa por baixo do galho. Mas a onça recebe uma paulada. E assim, a anta tem uma chance de fugir.”

Acho que a educação freqüentemente cria antas: pessoas que não se atrevem a sair das trilhas aprendidas, por medo da onça. De suas trilhas sabem tudo, os mínimos detalhes, especialistas. Mas o resto da floresta permanece desconhecido. Pela vida afora vão brincando de “Boca de Forno...”



por Suellen * 10:45 AM
Vestígios de Almas:


[Quinta-feira, Setembro 20, 2007]

Eu realmente gosto deste texto, sempre foi útil quando precisei. Então largue a preguiça e leia-o, pois pode ser o que você precisa, neste momento...


Você Aprende


Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva anos para se construir confiança e apenas um segundo para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você fez na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que leva muito tempo para tornar-se a pessoa que quer, e que o tempo é curto. Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajuda a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que, se porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida. Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.”


William Shakespeare



por Suellen * 4:33 PM
Vestígios de Almas:


[Domingo, Agosto 26, 2007]

Hoje é bem capaz que o post seja longo, comprido, repleto de reticências, ou não. Tudo é possível.
Rapidamente; o branco torna-se preto; a alegria torna-se tristeza; a vida, morte.
De uns tempos para cá tenho sentido um pouco mais essa senhora que arranca as vidas próxima de mim. Em várias apresentações, de vários jeitos e formas.
A morte se apresentou como material de estudo, de pensamentos, de finalidade(resolução), de desmaios, de temor.
O sorriso é tão inexistente na morte.
Tudo é tão frio, por mais quente que seja o ambiente.
E neste instante, penso no que pensam os legistas: amor à ela?
Um dia pintado de preto. Aliás, porque será que somos tão medrosos perante o fim da vida? Seja de quem for: homem ou animal "irracional". Conhecido ou desconhecido. Um adeus para sempre.
Vegetarianismo é uma forma de evitar à morte que é posta sobre a mesa, dia-pós-dia.
Este é meu segundo velório, mas não é o segundo defundo/cadáver/corpo (não sei como chamar) que eu vejo. Ainda nenhum enterro...Ambos velórios, foram de pessoas não próximas de mim, praticamente, desconhecidas (no entanto suficientes para causar alterações emocionais. Obs: aliás nenhum dos cadáveres que vi até hoje, eram conhecidos meus).
No primeiro velório em que fui, era noite, quase 23:00, acho. Pai de um amigo do meu namorado. Entrei, assinei, abraçei, ouvi palavras. Vi o "corpo", mosquinhas, desconforto...Neste segundo, tudo foi mais forte.
Mas preciso ir dormir...Amanhã, termino...



por Suellen * 11:46 PM
Vestígios de Almas:


[Quinta-feira, Agosto 23, 2007]

Hoje fiquei pensando sobre escrever...Realizei uma primeira tentativa: em vão.
Mas cá estou, na segunda.
Andei vasculhando posts anteriores.É muito estranho, porque vejo que mudei em muitas coisas. Para mim, é como se houvesse dois "eus"(isto é bem curioso,não posso negar).
Era uma vida vivida tão em cima da razão, racionalidade...Não sei ao certo. O que me parece é que eu sempre tive medo das pessoas, isso sim. Sempre com medo de ser magoada( A gente entrega tudo e as pessoas nada).
Era bem, isso. Cheguei a ouvir uma vez de alguém que eu criava uma muralha tão grande em volta de mim, que não permitia com que outros se aproximassem.
É bem esquisita mesmo essa sensação "passam-se os anos, muda-se o indivíduo".
Mas então, eu sei que me entreguei a amizade, mais uma vez mesmo morta(palavra que comecei a temer)de medo. Às vezes até demais, penso.
E foi tudo acontecendo, tudo mudando. As tardes não podiam ser mais as mesmas. Não pode-se mais ficar na beira da calçada jogando conversa fora, rindo à toa. É hora da faculdade.
E algumas coisas vieram junto à conquista:
vitória, alívio, elogios, medo, apreensão, choro, persintência, sono, estudo, falsidade, obrigatoriedade, opressão, morte, vida, sangue, pavor, sonhos, temores, infantilidade, prepotência, dúvidas, escutar, subestimação, força de vontade, superação, formol...
(...)
(...)
Derrota, desistência.
Tantas coisas...
Pensamentos e reticências...isso não mudou.



por Suellen * 9:27 PM
Vestígios de Almas:


Não ando com onda de sorte de fato.
Faz tanto tempo que não atualizo não é?
Bem...Vamos as novidades. Ou melhor, a novidade: larguei a faculdade.
Pois é...
Pois é...
Outra hora eu posto algo mais criativo. Agora meus pensamentos estão todos confusos...



por Suellen * 1:50 PM
Vestígios de Almas: